Esthela Viana

agosto 26, 2008

Tipos e tipos…

Filed under: Digitado — blogjoresthelaviana @ 11:56 am
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Segunda a Wikipédia, temos que: “Provavelmente a maior diferença entre os blogs e a mídia tradicional é que os blogs compõem uma rede baseada em ligações – os links, propriamente. Todos os blogs por definição fazem ligação com outras fontes de informação, e mais intensamente, com outros blogs. Muitos blogueiros mantêm um “blogroll”, uma lista de blogs que eles frequentemente lêem ou admiram, com links diretos para o endereço desses blogs. Os blogrolls representam um excelente meio para observar os interesses e preferências do blogueiro dentro da blogosfera; os blogueiros tendem a utilizar seus blogrolls para ligar outros blogs que compartilham os mesmos interesses.”

Na busca por classificar se Blog é jornalismo ou não, esquecemos de nos questionar se isso não pode ser um novo meio para o jornalismo. A blogosfera atende aos mais variados interesses e da forma mais prática possível, assim atende-se ao público que deseja uma forma mais interativa, onde ele possa trocar informações e interagir com quem está escrevendo. Claro que com a possibilidade de todos se tornarem formadores de opnião nos vemos diante de um impasse, pois é impossivel analisar a credibilidade de quem está escrevendo… [continue.]

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agosto 24, 2008

Moça, olha só o que eu te escrevi…

Filed under: Digitalizado — blogjoresthelaviana @ 8:27 pm

agosto 21, 2008

Brasil aprendeu tango com a Argentina e dançou nas Olimpíadas

Filed under: Digitado — blogjoresthelaviana @ 1:33 am
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Um dos mais famosos tangos Argentinos já diz tudo. (Aquele mesmo do Al Pacino)

Por Una Cabeza

[…]
Não esqueças, irmão,
Tu sabes, não é pra jogar.

[…]
Que me importa perder?

[…]
Quantos desenganos
Por uma cabeça.
Eu joguei mil vezes,
Não volto a insistir.

[…]
Basta de carreiras,
Se acabou a corrida.
Um final renhido

[…]
Eu me jogo inteiro.
Que posso eu fazer!

Que me importa perder? Que me importam os desenganos?
Mesmo com o fim de mais um sonho Olímpico, que posso eu fazer?
Sou brasileira, amaldiçôo o técnico, grito com os jogadores, quero quebrar a
televisão na hora do gol dos hermanos, mas mesmo com um final renhido volto a torcer e vibrar
no próximo jogo (obviamente esperando por uma postura mais defensiva e uma equipe mais rápida nos contra-ataques).

Alguém aí tem uma revistinha de palavras-cruzadas?
Como já diria aquela propaganda da política:
“Quatro anos é muito tempo, ainda mais quando as coisas não vão bem”.


agosto 14, 2008

O Incrível Hulk vira verde e amarelo

Filed under: Uncategorized — blogjoresthelaviana @ 1:48 pm
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Para os fãs do quadrinho “O Incrível Hulk” o filme pode parecer uma decepção, mas para os mais desavisados que entram no cinema apenas para deixar o mundo em segundo plano o filme é pleno de surpresas.

O longa tem inicio explicando como o intrépido cientista Bruce Banner foi amaldiçoado pela radiação gama que o transformou no verdíssimo (e cada ver mais forte) Hulk. Durante essa cena, acompanhamos a namorada do nosso protagonista, a Dra. Betty Ross,  que quase morre durante o primeiro surto de Bruce. Este por sua vez foge ao descobrir que o pai da garota, o General Thunderbolt Ross, pretende usar sua peculiar condição como uma arma de guerra.

Em dois logos anos de fuga Banner chega ao Rio de Janeiro, onde ele inicia a busca por uma planta tupiniquim que poderá livrá-lo da radiação. Enquanto isso, para não ficar com muito tempo ocioso ele treina artes marciais para relaxar. E claro que nosso herói não poderia viver sem dinheiro, assim ele arruma um emprego em fábrica de guaraná, onde conhece uma estonteante morena (a atriz brasileira Débora Nascimento). No entanto, em um péssimo dia para o desafortunado cientista, além de um cabelo rebelde ele participa de um acidente que  coloca o exército novamente em sua cola.

No filme a favela da Rocinha tem uma participação muito especial logo do inicio da nossa aventura. Esta aparição brasileira acrescenta ao blockbuster uma oportunidade única de ver o talento das equipes brasileiras que realizaram as filmagens, além do português improvisado pelos americanos que fizeram o papel de moradores da favela.  Essas cenas por si só já fazem valer o ingresso da sessão. Quem sabe numa próxima aventura o nosso amigo Golias Esmeralda possa até topar com o Capitão Nascimento e sua tropa de elite antes de encontrar o Capitão América e o resto da trupe da Marvel.

Em relação ao primeiro filme da franquia o filme evoluiu pouco. Mesmo com esse pequeno detalhe o filme conta com uma edição muito bem feita, que faz com que o loga tenha duas caracteristícas que a Marvel e o diretor (Edward Norton) desejavam: Ação e História. Sendo assim só podemos declarar: “Hulk esmaga!”.

Hello world!

Filed under: Uncategorized — blogjoresthelaviana @ 12:45 pm

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